Parceiros, adversários ou inimigos: O que esperar das relações EUA-China no futuro próximo

 Após 50 anos da visita do presidente Nixon à China, a relação entre Estados Unidos e o gigante asiático está no seu ponto mais baixo e marcada por intensa competição, desavenças e pouco espaço para entendimentos ou cooperação, concordaram David Shambaugh e Lanxin Xiang, scholars respeitados nos dois países. Ambos são pessimistas quanto à possibilidade de melhoria na relação sino-americana e acreditam que ela será cada vez mais marcada pela competição, em detrimento da cooperação. Para os demais países, que sofrem os efeitos da relação conturbada entre as maiores economias do mundo, Shambaugh sugeriu a diversificação das exportações e menor dependência em relação à China. O evento foi promovido pela Fundação FHC em parceria com o CEBC e contou com a moderação de Cláudia Trevisan, diretora executiva do CEBC, e Sergio Fausto, diretor da Fundação FHC.

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