10 perguntas para Luiz Augusto de Castro Neves

 ISTOÉ Dinheiro | É ano de eleições no Brasil e na China. Aqui, um País na direção de um horizonte de turbulências. Por lá, o futuro da política interna já é dado como certo. Tudo indica que o 20° Congresso Nacional do Partido Comunista Chinês, que acontece em outubro, apontará a continuidade de Xi Jinping como secretário-geral, o que implicaria no seu terceiro mandato na presidência. Em entrevista à DINHEIRO, o embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, presidente do Conselho Empresarial Brasil-China, reforça a perspectiva de manutenção dos interesses chineses em investimentos por aqui. O que não significa que o Brasil, como um dos maiores parceiros comerciais da China na indústria e chave para o mercado latino-americano, está blindado do impacto das reformas econômicas promovidas no país asiático. Por lá, o novo modelo quer evitar que as corporações gigantes se tornem mais poderosas que o próprio Estado. O embaixador acedita que o interesse econômico de ambas as partes fala mais alto, por isso o cenário para as relações comerciais Brasil-China é promissor.

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