Os novos rumos da sustentabilidade na China: impactos e oportunidades para o Brasil

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No ano passado, Pequim anunciou o objetivo de zerar suas emissões líquidas de carbono até 2060. O recém-lançado Plano Quinquenal (2021-2025) também traz metas ligadas à transição energética do país, que demandarão uma série de transformações estruturais em que a sustentabilidade é um elemento central. O redirecionamento a um mundo mais sustentável – e no qual a China tem um papel de liderança cada vez mais claro – traz uma série de oportunidades e desafios para o Brasil, tendo em vista as diversas sinergias bilaterais nas agendas de comércio, investimentos e cooperação tecnológica. Esta edição da Carta Brasil-China, a primeira a ser publicada com foco específico em sustentabilidade, traz artigos de especialistas de diversas áreas com o intuito de oferecer um panorama geral sobre o futuro de um tema que pautará as relações da China com o mundo e com o Brasil.

CONTEÚDO DESTA EDIÇÃO

Sustentabilidade, tecnologia e inovação: elementos centrais para o futuro das relações Brasil-China
Embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, presidente do CEBC

O que a política climática da China significa para o agronegócio brasileiro?
Tatiana Prazeres, senior fellow na Universidade de Negócios Internacionais e Economia (China)

Sinergias para uma agropecuária resiliente e sustentável na perspectiva Brasil-China
Rodrigo C. A. Lima, sócio-diretor da Agroicone

O Brasil deverá sentir duplamente a transição da China para uma economia de baixo carbono
Karin Costa Vazquez, Fudan scholar na Universidade de Fudan (China)

Transição energética: a liderança chinesa e suas implicações globais
Marianne Zanon Zotin, doutoranda e pesquisadora do Programa de Planejamento Energético da COPPE/UFRJ

Além da soja: a diversificação das exportações agrícolas brasileiras para a China
Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do CEBC; Camila Amigo, assistente de pesquisa do CEBC